sábado, 20 de abril de 2013

Lápide do amor.

Não creio! Você fez tudo que eu pedi durante meses num só dia, olha... Devo ficar contente, meu Deus!!! Estou tremendo de felicidade, meu coração vai pular da minha boca, acho que estou chorando, acho que estou delirando, eu te amo, eu te amo, eu te odeio, te odeio de coração! 
Falso, ridículo, nojento, inútil, maldito, verme, peste e por fim, amado. Se eu pudesse arrancaria cada parte de mim que foi sua, cada parte que me mata cada dia mais e que cada dia mais luto com ela para não perder para você.
Seus amigos ridículos e burgueses -os quais eu vomitaria os doze pedaços de pizza que estão no meu estômago, um pouco na cara de cada um-, as meninas que se vestem todas iguais, como manequins... Sempre com a mesma marca.
Idiota, você mudou por besteira, você perdeu um amor que poderia ser da sua vida inteira, mas pra que amar? Curtir os amigos da facul é de delirar, uma incrível loucura que vai sugar todas suas energias até você não ter forças mais nem para golfar toda bebida consumida na noite.
Incrível né? Todos esses anos trocados por um fim de semana, quer dizer, você já o troca a cada dia, só não renova.

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