Traga-me o que fará da lágrima uma majestade, diga que nada será eterno, mesmo que outros quinhentos queríamos que fosse. Eu nem falei mais nada, logo mais já era de madrugada...
Dar-te o amor que fosse necessário, como se fossemos dois peixes fora de um aquário, chamo por teu nome, vem até mim outro nobre.
Risos para as malditas sátiras que me dirigiu, risos para o amor que este só me dividiu. De que me acarretará tanto ódio de onde vem tanto amor a dar?
Na mais bela e doce canção eu doei meu coração, na mais tensa dança eu perdi o sonho de criança.
Na mais bela e doce canção eu doei meu coração, na mais tensa dança eu perdi o sonho de criança.
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