sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Para o de sempre, aquele lá que eu sempre amo...

Eu poderia escrever sobre amor, mas o que tinha dentro de mim já foi entregue ao menino, o dono do meu coração inteiro, aquele lá que mora perto da diversão das crianças e próximo ao terror de muitos jovens estudantes, é... Esse mesmo, o que sopra a fumaça devagar só pra apreciar o contorno sensual da mesma que faz sobre o ar. Ele, o que me chama de dama, rainha, mulher. Isso, o tão antigo e eterno meu amado. Já sabe quem é né? Não? Deixa assim ficar... A gente se inventa todo dia, jamais seremos os mesmo nesse amor, ah... Verdade, meu amor tá com ele!
Que confusão nesse pequeno coração, o qual o dono faz com que não exista solidão. 

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